Mensagens

A mostrar mensagens de outubro, 2024

E se fosse eu? Educação multicultural é reconhecer e valorizar a diversidade

Imagem
  Um mergulho nas “questões que afetam migrantes e refugiados em todo o mundo e os desafios do acolhimento num novo país”. Este o desafio que reuniu, dia 18 de julho, docentes e investigadores, numa ação de formação online promovida pela FENPROF e dinamizada pelo CPR – Conselho Português para os Refugiados. O longo de 3 horas, foram diversos os temas abordados, desde as tendências globais e nacionais à desconstrução de mitos, a turma multicultural, a divulgação e partilha de recursos. Aqui nos centramos em alguns momentos da iniciativa, particularmente relevantes para os professores. No quadro de “A turma multicultural”, a sua dimensão mais teórica de par de sugestões muito práticas. E, ainda, a diversidade linguística e principais especificidades, as metodologias propostas para o aprendizado da língua (e da cultura) portuguesa. A divulgação e partilha de recursos do CPR, é outro item realçado. Na sua intervenção de abertura, José Costa, presidente do SPGL, reiterou o empenho...

Mãe coragem. Lutadora incansável

Imagem
Num momento em que se têm vindo a realizar manifestações pelo direito à habitação, relembramos uma história, significativa, retirada de  " Quinta do Mocho - Era uma vez um bairro de má fama... "   Uma das coisas que me prende ao bairro é que eu lutei para vir para este bairro. Lutei muito Dª Domingas (Domingas Santos) , atualmente reformada, é natural de São Tomé e Príncipe (nasceu em Príncipe, como faz questão de sublinhar) e vive em Portugal desde 1984. É mãe de 7 filhos e criou mais 7 enteados. Foi desde sempre um elemento ativo na Quinta do Mocho e uma das pessoas que muito lutou pela reinstalação no bairro atual. (…) Havia aquela união, aquela amizade No bairro velho, “a relação era muito boa. Havia uma união entre todos. Éramos amigos, dávamo-nos bem uns com os outros. Mesmo agora, que podemos viver melhor, mais descansados, há mais problemas de assaltos e assim, do que lá em baixo”. Essa relação era o esteio que permitia suportar o quotidiano num bairro onde ...